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Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi, Ciências Naturais, Belém, v. 1, n. 3, p. 85-96, set-dez. 2006 Macrofauna bentônica de zonas entre-marés não vegetadas do estuário do rio Caeté, Bragança, Pará Macrobenthos from unvegetated intertidal areas in the Caeté river estuary in Bragança, Pará esumo: A estrutura das comunidades macrobentônicas de zonas entre-marés não vegetadas do estuário do rio Caeté, Pará, Brasil foi estudada no período menos chuvoso de 2003. Foram tomadas amostras (n=4) em quatro estações utilizandoum corer (0,008 m2, 20 cm de altura). As amostras foram passadas em malha de 0,3 mm e os organismos fixados comformalina salina a 5%. Em cada estação foi coletada uma amostra de sedimento e determinadas a salinidade etemperatura da água. Foram registrados 844 espécimes pertencentes a 17 táxons dos filos Nemertinea, Arthropoda eAnnelida. Polychaeta dominou as associações (11 táxons e 87,25% do total de indivíduos). Os táxons mais abundantesforam Mediomastus californienses, Nephtys fluviatilis e oligoquetas Tubificidae. Os valores de abundância e riquezapassaram de 2625 ind.m-2 em P1 para 96625 ind.m-2 em P4 e, respectivamente de 3 para 16 táxons. A análise deagrupamento revelou a formação de três grupos (50% de similaridade). O grupo 1, formado pelas estações P3 e P4,teve alta salinidade (22,6 a 26,5), substrato constituído por areia muito fina, foi o grupo mais rico (13 táxons), diverso(χ = 1,18) e abundante (χ= 12220 ind.m-2), sendo dominado por Sigambra grubii. O grupo 2 reuniu as amostras da estação P1, com salinidade de 5,1, substrato silte-arenoso, e registros dos valores mais baixos de riqueza (3 táxons),diversidade (χ = 0,67) e abundância (χ= 665 ind.m-2), cuja espécie mais abundante foi Namalicastys abiuma. O grupo 3, formado pelas amostras da estação P2, teve substrato silte-arenoso e salinidade 3,6. N. abiuma foi a espéciemais abundante nesse grupo, que teve valores intermediários de riqueza (5 táxons), abundância (χ=2010 ind.m-2) e diversidade (χ = 0,71). É possível concluir que, no médio litoral não vegetado do rio Caeté, o número de espécies é baixo, Annelida é o grupo dominante, a composição específica reflete o gradiente de salinidade e a riqueza,diversidade e abundância aumentam na medida em que se passa do estuário superior para o inferior.
alavras-chave: Amazônia. Zoobentos. Comunidade de fundos moles. Manguezal.
Universidade Federal do Pará. Instituto de Geociências. Campus de Belém. Laboratório de Oceanografia Biológica. Belém, Pará, Brasil(jsouto@ufpa.br) (busman_dv@yahoo.com) (vianaap@yahoo.com.br) (aderson.manoel@ufrgs.br) (oliveiradm_oceano@yahoo.com.br).
Macrofauna bentônica de zonas entre-marés não vegetadas.
Abstract: The macrobenthic community structure was studied in inter-tidal, non-vegetated areas of the Caeté river estuary, Pará, Brazil, during the dry season of 2003. Four samples were collected at four stations on the downstream direction(P1 to P4) using a corer (0.008 m2 and 20 cm long). Samples were sieved through a 0,3 mm mesh and the organismspreserved in a 5% formaline saline solution stained with Bengal rose. At each station, sediment samples were collectedand salinity and water temperature recorded. A total of 105,500 individuals were collected, divided in 17 taxacomprising the fphyla: Nemertea, Arthropoda and Annelida. Polychaeta dominated the assemblages (11 taxa and87.25% of the individuals). The most abundant taxa were Mediomastus californienses, Nephtys fluviatilis and Oligochaeta(Tubificidae). Density and richness values varied from 2625 ind.m-2 and 3 taxa at station P1 to 96625 ind.m-2 among 16taxa at station P4. Cluster analysis seperated three groups (50% similarity): Group 1, including samples from stations P3and P4, was characterized by a relatively high salinity (22.6 to 26.5) and a fine sand substrate. This group, dominatedby Sigambra grubii, was the richest (13 taxa), most diverse (χ = 1.18) and abundant (χ= 12220 ind.m-2); Group 2, including samples from station P1, was characterized by a salinity of 5,1 and a silt-sandy substrate. This group presentedthe lowest richness (3 taxa), diversity (χ = 0.67) and abundance (χ= 665 ind.m-2) values, and was dominated by the species Namalicastys abiuma; and Group 3, including samples from station P2, was characterized by a salinity of 3.6 anda silt-sandy substrate. N. abiuma was the most abundant species of this group that was characterized by intermediaterichness (5 taxa), abundance (χ= 2010 ind.m-2) and diversity (χ = 0.71) values. Thus, it is concluded that in the inter- tidal area of the non-vegetated Caeté river the species number is low; Annelida is the most abundant group; thespecies composition reflects the estuary salinity gradient; and richness, diversity and abundance increase from theupper to the lower estuary.
eywords: Amazon. Zoobenthos. Soft bottom community. Mangrove.
Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi, Ciências Naturais, Belém, v. 1, n. 3, p. 85-96, set-dez. 2006 de uma forma geral, a diversidade tende a crescerquando se passa da água doce para a água salgada.
Os manguezais, importantes sistemas costeiros tropicais,são áreas de preservação permanente em decorrência Diversos autores, estudando as relações organismos- de sua alta produtividade primária, possuem funções sedimentos em ambientes marinhos e estuarinos de reserva ecológica (centro de multiplicação de (RHOADS, 1974; DAUER; EWIG; RODI JR., 1987; numerosas espécies animais), berçário, meio nutritivo e, sobretudo, fonte importante de recursos para as 1994), concluem que os macroinvertebrados comunidades tradicionais (MPEG, 1999).
bentônicos estão estreitamente relacionados comos sedimentos que habitam, sendo um pré-requisito Dentre os componentes biológicos dos ambientes para o entendimento da estrutura e dinâmica das de manguezal, a fauna bentônica, composta por associações macrobentônicas, uma descrição das protozoários e metazoários que vivem em íntima relações entre os organismos e os sedimentos.
relação com o substrato (LALLI; PARSONS, 1997),apresenta a maior diversidade e importância No Brasil, os manguezais estendem-se desde o numérica (LITTLE, 2000). A macrofauna bentônica, Oiapoque, Amapá, até Laguna, Santa Catarina, ocupando por sua vez, compreende os organismos que são uma área de aproximadamente 13.000 km2, com cerca retidos em malha de 0,5 mm de abertura, sendo de 50% dessas áreas localizadas na costa da região norte, representada em manguezais por quase todos os nos estados do Maranhão, Pará e Amapá (KJEFVE et al., filos de invertebrados maiores (LEVINTON, 2001).
2003). Nessas áreas, apesar de sua importância ecológicae econômica, a estrutura e o funcionamento das Em manguezais, os principais fatores determinantes comunidades bentônicas são praticamente da estrutura e dinâmica das associações de desconhecidos (LANA et al., 1996; CAPOBIANCO et macroinvertebrados bentônicos são as características al., 2001), revelando a premente necessidade de estudos ambientais (salinidade, temperatura, hidrodinâmica, composição e textura dos sedimentos e disponibilidadede substrato), a dinâmica das populações (recrutamento, O presente estudo objetiva caracterizar a estrutura natalidade e mortalidade) e as interações biológicas das associações macrobentônicas de fundos moles (competição, predação, parasitismo) (KINNE, 1971; não vegetados do médio-litoral no estuário dorio Caeté, Pará, utilizando como descritores: composição específica, abundância, diversidade e equitatividade e verificando suas variações ao longo Manino e Montagna (1997) citam que, nesses do gradiente salino, bem como suas relações com ambientes, a distribuição da salinidade e dos diferentes tipos de sedimento são importantes devidoao seu efeito na ecologia das espécies. Estudos sobrea distribuição da fauna estuarina ao longo de gradientes salinos apotam que os diferentes valoresde salinidade atuam como uma barreira fisiológica para espécies estenohalinas marinhas (que não O estuário do rio Caeté está localizado na planície penetram nas áreas com baixa salinidade) e de água costeira Bragantina, entre as latitudes 9884436 e doce (incapazes de colonizar zonas com água salobra 9893688 S e longitudes 304856 e 314305 W, no ou marinha) (WOLFF, 1983; KENISH 1986).
município de Bragança, nordeste do Pará. O regime Barnes (1980, 1994) registrou que, em estuários, de marés na região é do tipo macromaré semi-diurna, Macrofauna bentônica de zonas entre-marés não vegetadas.
com variações de 4 m e máximas de 6 m durante de material biológico, foi determinada a salinidade os solistícios e equinócios. No estuário do rio Caeté, da água com refratômetro manual (marca ATAGO) a temperatura do ar varia entre 25° e 27°C e a e coletadas amostras de sedimento para análise umidade relativa entre 80% e 91% (MARTORANO granulométrica (uma por estação).
No período mais chuvoso (entre dezembro emaio), a precipitação pluviométrica no nordeste Em laboratório, as amostras de material biológico foram triadas, os organismos identificados ao menor do Pará pode alcançar 22 mm.dia-1 e, no período nível taxonômico possível e contados. Após esta menos chuvoso (junho a novembro), as taxas de etapa, o material foi conservado em álcool etílico

Source: http://www.museu-goeldi.br/editora/bn/artigos/cnv1n3_2006/macrofauna(filho).pdf

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